Família – A escola do amor

Família – A escola do amor

“Porque todo aquele que faz a vontade de meu pai que está no Céu, este é meu irmão e minha irmã e minha mãe”.
Jesus, Mateus, 12:50.

Na escala dos valores cristãos, a família ocupa um lugar de destaque desde a manjedoura.

Jesus, o governador do orbe, busca na doce maternidade de Maria o veículo seguro para ingressar no meio terrestre, acolhido também  por modesto carpinteiro que Ele chamaria de pai.

A história sagrada nos revela que não foram poucos os desafios enfrentados pelos amorosos progenitores, visando a segurança do formoso ser, mergulhado num planeta de provas e expiações, sujeito a toda sorte de perigos que ameaçam às criaturas que aqui aportam.

A saga do instituto familiar se repete através dos séculos, chegando até nossos dias como alvo das sombras que se abatem sobre o mundo, procurando destruir as bases éticas da convivência social.

Não mais personalidades de relevância como a de Herodes, perturbam a paz doméstica, mas sim forças coletivas perniciosas, assombram o ninho doméstico, nas variadas expressões do materialismo que circula no planeta.

Ideias estranhas são veiculadas por diversos meios, a fim de fragilizar a visão da sociedade sobre a importância dos grupos familiares, desmerecendo os valores morais duramente conquistados pela sociedade contemporânea com o passar dos anos.

Em  O Livro dos Espíritos somos informados  sobre como a organização familiar é um indicativo de evolução dos espíritos na Terra:

“695- O casamento, ou seja, a união permanente de dois seres é contrária à lei da Natureza?
R: É um progresso na marcha da Humanidade.
696- Qual seria o efeito da abolição do casamento sobre a sociedade humana?
R: O retorno à vida dos animais.
775- Qual seria para a sociedade o resultado do relaxamento dos laços de família?
R: Uma recrudescência do egoísmo.”

Sendo a família a primeira escola da alma, consoante afirmativa do Alto, é conveniente investigar sua origem, estrutura e forma de atuação pedagógica, transcendendo os conceitos biológicos, mergulhando no seu significado espiritual.

Imprescindível, para tal entendimento, a ideia da reencarnação, que outra coisa não é senão a volta dos atores ao contínuo palco da vida. Assim, na família temos renascimentos, como expressão mais condizente com o que realmente ocorre.

No caso do planeta de provas e expiações, tal vestíbulo, o da carne, reúne personalidades que já conviveram, estabelecendo laços de simpatia ou antipatia, unindo debaixo do mesmo teto as almas afins ou mesmo os inimigos do passado.

Tal fato se dá em função de necessidades de ajustamento e progresso dos interessados, na escala evolutiva.

Os conflitos decorrentes, são oportunidades proporcionadas pela justiça divina, impregnada  de misericórdia, para que os componentes do núcleo familiar estabeleçam as células da fraternidade que se disseminarão pela sociedade humana.

Daí a grande responsabilidade de todos os componentes dessa instituição básica, no sentido da formação de bons hábitos de relacionamento, decorrentes da educação do caráter em moldes evangélicos.

André Luiz, no livro Sinal Verde, nos dá uma dica de como lidar com os conflitos no lar que pode melhorar a sintonia e a convivência no lar:

“Converse edificando a harmonia. É sempre possível achar a porta do entendimento mútuo, quando nos dispomos a ceder, de nós mesmos, em pequeninas demonstrações de renúncia a pontos de vista.”

Recursos são fornecidos com abundância pelas obras básicas e complementares da Terceira Revelação, que constituem um paradigma definitivo para a regeneração planetária.

Importante se faz, pois, proteger a família das tentativas de dissolução, tendo em vista seu papel fundamental na construção de uma sociedade mais justa e igualitária, onde a liberdade consista no sensato cumprimento dos deveres de seus membros, uns para com os outros.

Exercendo o respeito, a tolerância e o acolhimento entre seus membros, com a prática do amor e, sempre que necessário, do perdão, cultivando as virtudes, a família terá cumprido sua missão de fornecer cidadãos e cidadãs virtuosos para os papéis que deverão exercer na comunidade.

Fica fácil de prever o avanço moral que implica em tal posicionamento, facultando às almas envolvidas se despedirem do “homem velho” para portarem a túnica nupcial que conduzirá a todos para um novo patamar de religiosidade e espiritualização.

Jovens! Como acham que podem ajudar para tornarem os membros da família relativamente felizes? Que sugestões propõem para abrandar os conflitos domésticos?

Vamos conversar mais sobre esse tema na nossa próxima live de sábado às 18h no YouTube com nosso podcast! A live será no canal do Cefak no YouTube! Aguardamos você no Podlá!

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